O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou nesta segunda-feira, 27, que o pré-candidato do partido à Presidência, Ronaldo Caiado, representa a opção “mais completa” para o pleito, destacando sua “ficha limpa”. A declaração foi feita em São Paulo, durante evento promovido pelo grupo empresarial Lide.
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O que aconteceu
- Gilberto Kassab defende Ronaldo Caiado como “ficha limpa” e candidato mais completo para a Presidência.
- O presidente do PSD criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL), afirmando que o último não tinha vocação para a vida pública.
- Kassab também reiterou o apoio do partido à reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo e descartou qualquer aliança com o PT no estado.
“O candidato [à Presidência] mais completo e o único que não possui nenhuma acusação é o Ronaldo Caiado”, disse Kassab, ao comentar a corrida de outubro. Em sua análise, o líder do PSD teceu críticas tanto ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto ao ex-mandatário Jair Bolsonaro (PL).
Durante o evento, Kassab fez uma retrospectiva sobre os anos de redemocratização do Brasil. Lula e o filho de Bolsonaro, senador Flávio (PL-RJ), devem ser os principais candidatos ao pleito, conforme apontado pelo presidente do PSD.
Ainda sobre o ex-presidente, Gilberto Kassab sustentou que o bolsonarista não possuía “nenhuma vocação para a vida pública” e que, “na democracia, a gente tem que respeitar o resultado das urnas”.
Cenário político em São Paulo
Em outro momento do dia, Kassab havia reiterado o apoio do PSD à reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo. A declaração foi dada durante participação no 8º Fórum Paulista de Desenvolvimento, realizado em Itu.
O presidente do PSD afirmou estar feliz com a campanha do republicano e descartou, categoricamente, qualquer possibilidade de aliança com o Partido dos Trabalhadores (PT) no estado de São Paulo.
Este aceno ocorre após o vice da chapa de Tarcísio, Felício Ramuth, deixar o PSD para se filiar ao MDB. Em meio a este imbróglio político, o PT sinalizou intenção de atrair o PSD — ao menos parcialmente — para a candidatura do ex-ministro Fernando Haddad (PT), que deverá enfrentar Tarcísio novamente após a disputa de 2022.
Da IstoÉ